qualquer pessoa que pense um pouco sabe que o que vai acabar destruindo o mundo, no final das contas, é o politicamente correto.
aquela historinha demente de sempre apoiar, nunca criticar e não exergar diferenças…
então, conto para vocês a história de eddie, the head!
eddie, the head, era uma criança saudável.
e sonhava com o dia em que pudesse nadar!
não queria competir. queria simplesmente nadar! nadar, nadar, nadar e ser feliz!
seus pais, conhecedores dos desejos, mas também das limitações do filho, se mostravam muito preocupados. achavam que ele não conseguiria nadar justamente por conta de suas limitações. mas os parentes, amigos, vizinhos, jornalistas e militantes do psol protestavam veementemente quando os pais se mostravam aflitos com a possbilidade do filho nadar!
“ele é um ser humano! pode nadar como todos”, diziam aqueles que cercavam a familia de eddie.
então, com sete anos, eddie, the head, foi levado por seus pais a uma piscina num clube qualquer. a pressão dos agregados era imensa e eddie, como toda boa criança, vencia pelo cansaço.
então, eddie, the head, caiu na água e mergulhou!
alegria por quase todo os cantos! aplausos, gritos de incentivo, buzinas e assovios.
apenas os pais se mostravam a cada segundo mais aflitos.
dois minutos depois eddie emergiu.
não demosntrava nenhuma reação! NENHUMA!
estava morto, o coitado!
por serem muito politicamente corretos, nunca os amigos da familia o advertiram de que não tinha membros para que pudesse nadar…
Esqueceu do epilogo…
Seus pais, putos da vida, levaram o corpo de Eddie, the head, de volta à humilde e remota casa, situada em uma longa e misteriosa planície. E lá se trancaram por muito tempo.
Por dias os curiosos tentavam se aproximar para descobrir o que se passava naquela outrora feliz residência, mas que agora se escondia de baixo das sombras negras de sons metálicos e tenebrosos, que afastavam o até mais corajoso jornalista com medo do escuro.
Até que em um dia chuvoso, ao som de trovões e sob os relâmpagos que caiam na residência brotando chamas que a consumiam, todos temeram quando os portões finalmente sucumbiram faltando dois minutos para a meia noite.
Aos atentos olhos de 666 pessoas que antes haviam presenciado a morte do pequeno Eddie, the head, agora se erguia uma figura zumbítica, deformada e remendada com novos membros.
Figuras fantasmagóricas dançavam e envolta das chamas, enquanto uma donzela de ferro observava tudo com um pequeno sorriso em seus labios.
Com uma cicatriz em volta do cranio e olhos que brilhavam em um vermelho escalarte, a criatura olhou para eles e erguendo sua cadavérica mão apontou para cada um deles como um sinal de que o politicamente correto tinha um novo inimigo.
O mal que o homem faz havia se personificado e nem tropas poderiam delete-lo. “Corram para as colinas! Sejam rápidos ou morram!” alguns gritavam, mas quando dois mundos colidem não há para onde fugir, seus tão longos anos foram perdidos, suas filhas sacrificadas daqui, já não mais teriam preces e agora não haverá mais mentiras…daqui para a eternidade.
Aff…eu viajo… =P
Comentário por Arthur — Maio 14, 2009 @ 10:15 am