Eu saúdo a ti, Caolho, que me inspira a ver tudo o que não pode ser visto, conhecer aquilo que não pode ser conhecido, fazer o que não pode ser feito.
Eu saúdo a ti, Barbudo, que me inspira a continuar lutando mesmo depois que tudo tenha acabado e nada mais reste.
Eu saúdo a ti, Dourado, que me inspira a construir quando nada pode ser feito.
Eu saúdo a ti, o Branco Guerreiro do Amor, que me inspira a amar quando nada sinto.
Para que tudo isso exista em mim, eu saúdo a ti, Chama Vermelha, que inspira todo o fogo da vida, da loucura e da embriaguez que possibilita que tudo viva.
E acima de todos, eu saúdo a ti, UM. Em ti, vivo!