Alfinetolândia

Junho 26, 2009

dormesujismo – 1

Arquivado em: Uncategorized — Alfinete @ 7:06 am

dormesujo é uma expressão que é muito utilizada por qualquer pessoa que ingresse no meio universitário. mesmo que essa pessoa não saiba, ela usa essa expressão constantemente pois o dormesujo é o elemento fundamental da universidade.

existe dormesujo que nunca foi pra faculdade. mas não tem faculdade que não tenha um dormesujo em seus bancos.

entretanto, definir o caráter deste ser de uma maneira permanente é algo que irá demandar muito tempo de pesquisa e desenvolvimento. a cada dia surgem novas práticas dormesujas, novas espécies e ao mesmo tempo, certas coisas deixam de ser dormesujas porque o mundo também muda.

desta forma, iniciará aqui, uma série de relatos que visarão entender melhor tal sub-gênero da raça humana.

primeiramente, colocamos que a única maneira cientificamente conhecida de organizar as idéias a respeito do dormesujismo é tentar utilizar uma imagem -imperfeita, por sua vez, como toda imagem- que seria uma espécie de diagrama de concentração de caracteres dormeusjisticos.

ou seja,deve-se imaginar vários circulos que representam conjuntos, e esses conjuntos representam caracteristicas de dormesujismo ou grau de dormesujidade. cada um desses conjuntos tem uma cor especifica, e cada um desses conjuntos se entrelaça mutuamente para que seja formada representação imagético-matemática do dormesujo em questão. futuramente, esse diagrama será exibido para ilustrar melhor a questão. entretanto, se faz necessário que se conheça um pouco melhor algumas das características da espécie estudada.

primeiramente, saliento que só existe uma caracteristica dormesuja que é anômala e não necessita entrar em contato com catalisadores ideológicos, ou quaisquer outros catalisadores,  para que exista e transfome o individuo num dormesujo. a cobaia, ou melhor, o individuo, pode não ter nenhuma das outras, mas se tiver essa será inquestionavelmente um dormesujo.

dormesujo que é dormesujo alfa, dominante, ou membro do dce da usp é contra a propriedade privada!

num dos experimentos realizados, uma das espécies observadas ressaltava seu desejo de viver num mundo onde não existisse algo que fosse só de um individuo qualquer.

esse tipo de desejo coletivista é um dos indicios mais evidentes da grosseira falta de auto-referencia deste tipo humano que, por sua vez, também é um dos catalisadores mais fortes dos graus de dormesujidade.

nessa experiência realizada de maneira empírica, o individuo em questão, minutos antes de iniciar suas arengas por um mundo sem propriedade, resenhava oralmente sobre um aposento de sua residência familiar, onde nenhum outro de seus convives tem acesso, pois tratar-se-ia de uma espécie de templo para reflexão e meditação.(esse ponto foi posteriormente confirmado como fraude, pois dormesujo não ouve ninguem. logo, não pode fazer reflexão. adiante, também será analisado este importante ponto). ressaltava que era importantissimo que nenhum outrem tivesse acesso àquele templo, sob pena do aposento ter sua vibração energética alterada.

minutos depois das considerações mistíco-espaciais, o individuo observado ressaltava:

-imagina que legal um mundo onde sua casa não é a sua casa! todo mundo pode dormir lá e você pode dormir onde quiser também, sem se preocupar se vai incomodar alguém.

observações anteriores já apontavam para a fragilidade de diversos argumentos, visto que a maioria deles estava embasada numa necessidade fora do comum de festejos e confraternizações e também uma carência sexual incrivel.  outras observações também mostraram que o desejo do individuo em questão, era transformar sua área vaginal em propriedade coletiva. no jargão coloquial para que a idéia seja melhor entendida, queria sbórnia e putaria sem limites.

faz-se necessário um parenteses onde cabe salientar que a necessidade de sbórnia e putaria sem limites é inerente ao ser humano. entretanto, os dormesujos encontrar diversas maneiras de constestar sua insatisfação com a “sociedade moralista e conservadora”, sem que assumam explicitamente tal desejo de putaria, caracterizando a hipocrisia como outra caracteristica dormesujistica, mas somente quando aplicada à formas de contestação política, ideológica ou social.

entretanto, os argumentos para a coletivização da propriedade vaginal do individuo em questão, disfarçada sob uma máscara de coletivização imobiliária,  se mostraram frágeis logo à primeira contestação mais razoavel.

- então, vc gostaria que diversas familias as quais você não conhece morassem com você na sua casa?

-SIM! isso seria fantástico! seria muito divertido!

- e a casa não seria de ninguém, nem teria aposentos definidos?

- não! todo mundo poderia fazer o que quisesse!

- e quanto ao seu quarto especial onde ninguém entra?

- o que tem ele?

- como você manteria ele, nessas condições? seria possivel conciliar sua vontade de um espaço só seu com essa organização?

- não, não seria! mas todo mundo  ia ter que entender que aquele é o meu espaço.

- as pessoas já entendem. você concorda?

- não! por que tem muita gente que não tem onde morar!

- e qual relação você faz com o problema habitacional do mundo, ou de uma cidade como são paulo, com a propriedade privada?

- como tem coisas que só são de uma pessoa, outras ficam sem. por isso que o ideal é que nada seja de ninguem.

- então, porque vc não abriga uma pessoa sem moradia nesse seu quarto?

- ah, aí não dá!

o dialógo acima mostra claramente que os argumentos apresentados por esta espécie de dormesujo universitário, normalmente são muito inconsistentes, não resistindo a observações pontuais sobre a contraditoriedade de suas idéias.

no relato subsequente, prosseguirão as observações, dando atenção ao ponto destacado em negrito no diálogo acima: o autoritarismo enrustido.

outrossim, as idéias de abolição da propriedade privada serão melhor trabalhadas durante toda a experiência, tendo como pano de fundo as outras características dormesujisticas.

Maio 29, 2009

drops

Arquivado em: Uncategorized — Alfinete @ 2:51 pm

um dia, muito tempo atrás, o namorado da minha irmã quis bancar uma pizza pra familia demo.

querendo agradar e sabendo da minha paixão por pizzas, sendo inclusive douto em sua fabricação, levou-nos numa pizzaria nova a badalada daui de sampa, a piola.

- e aí, al? que achou da pizza?

- isso não é pizza!

num aniversário do meu irmão, a namorada dele quis agradar e fazer um jantar na casa dela.

pediu pra mãe fazer strogonoff e veio pedir minha opinião.

- que achou? gostou? (com aquele sorrisão no rosto)

- acho que nem no exército eu comeria algo assim.

outra vez estava fazendo churrasco aqui em casa e estava fatiando linguiça.

meu tio, como todo bom incauto, veio e..

-opa! fatiando a linguiça?

-não! é merda!

ajudando bixos da faculdade…

- alf, gostou do meu trabalho?

- a idéia é boa, mas vc precisa aprender a escrever!

já minha avó, estava conversando com uma amiga na frente da casa dela, e um amigo meu foi pegar o seu carro para ir embora. nisso, ele enconstou a roda na guia e o carro deu aquele totó pra frente. ao mesmo tempo, a amiga dela estava passando na frente do veículo. obviamente a véia da um pulo e quase morre do coração.

eu: vó, meu amigo quase atropelou sua amiga, hein?

ela: ah, não ia fazer falta…

e outro dia…

- a senhora tem neto?

- tenho!

- e o que ele é?

- alcoolatra!

Maio 14, 2009

o politicamente correto e o fim dos tempos

Arquivado em: Uncategorized — Alfinete @ 1:56 am

qualquer pessoa que pense um pouco sabe que o que vai acabar destruindo o mundo, no final das contas, é o politicamente correto.

aquela historinha demente de sempre apoiar, nunca criticar e não exergar diferenças…

então, conto para vocês a história de eddie, the head!

eddie, the head, era uma criança saudável.

e sonhava com o dia em que pudesse nadar!

não queria competir. queria simplesmente nadar! nadar, nadar, nadar e ser feliz!

seus pais, conhecedores dos desejos, mas também das limitações do filho, se mostravam muito preocupados. achavam que ele não conseguiria nadar justamente por conta de suas limitações. mas os parentes, amigos, vizinhos, jornalistas e militantes do psol protestavam veementemente quando os pais se mostravam aflitos com a possbilidade do filho nadar!

“ele é um ser humano! pode nadar como todos”, diziam aqueles que cercavam a familia de eddie.

então, com sete anos, eddie, the head, foi levado por seus pais a uma piscina num clube qualquer. a pressão dos agregados era imensa e eddie, como toda boa criança, vencia pelo cansaço.

então, eddie, the head, caiu na água e mergulhou!

alegria por quase todo os cantos! aplausos, gritos de incentivo, buzinas e assovios.

apenas os pais se mostravam a cada segundo mais aflitos.

dois minutos depois eddie emergiu.

não demosntrava nenhuma reação! NENHUMA!

estava morto, o coitado!

por serem muito politicamente corretos, nunca os amigos da familia o advertiram de que não tinha membros para que pudesse nadar…

Maio 12, 2009

o diário de um ogro

Arquivado em: Uncategorized — Alfinete @ 9:07 am

eae, blog?! firmeza, mano?

então,

dada a minha situação periclitante no que tange ao desgaste físico por fazer parte deste mundo impregnado pelo desejo de alta produtividade e negação do pensamento e da reflexão, decidi não ir a aula hoje de manhã e ficar em casa jiboiando fazendo outras coisas.

quando dizem “a usp atrapalha meus estudos”, estão dizendo uma verdade tão gigantesca, que é díficil não considerá-la um axioma universal.

pois bem, pensando em que necessito de mais disposição para continuar enchendo a cara todos os dias com uma boa regularidade, fiquei em casa estudando e curtindo uma lesera. afinal, ningém consegue ter boas idéias se não beber e fazer sexo todos os dias regularmente.

e isso se revelou extremamente… produtivo! (ARGH)

primeiro, naqueles momentos de atividades cotidianas profundas às sete da madrugada, porém de reflexões extremamente sofisticadas, densas e abstratas, concluí que tem muita gente que reclama de ser perseguido por murphy. mas que também faz questão de passar manteiga nos dois lados do pão.

é uma espécie de vontade de jogar roleta russa com uma AK-47 totalmente carregada.

e tem muita gente assim no mundo! inclusive você, não?

pois é…

depois disso, dando proseguimento ao meu plano de leituras,

interrupção abrupta para explicação: eu estou lendo… 5 livros ao mesmo tempo. então, cada hora leio um que dá na telha.

o dessa manhã, foi “os sete chefes do império soviético” e estou na parte do leonid brejnev.

para este autor, brejnev era praticamente um tiozão daqueles boa-praça que tem em qualquer repartição pública. ficava agradando aos amigos, enchendo o saco dos desafetos, mas sem criar polêmica, adora uma bajulação e uma boa refeição. antes de chegar a chefe do estado, trabalhava constantemente 12h por dia. depois, só queria caçar, beber e comer. teria sido um bom economista de nível intermediário, diz o autor.

nisso, num dos insuportáveis maçantes congressos do partido, repleto de discuros rídiculos utópicos sobre o comunismo, dos líderes comunistas do mundo inteiro, brejnev faz anotações sobre estes discursos. acha o discurso de todo mundo bom, mas um detalhe me chamou a atenção:

“brasil: prestes, bom discurso, mas um chato,…”

quase acordei a casa gargalhando! sempre achei que os comunistas daqui sofriam de alguma síndrome psicológica, a qual o analista de bagé receitaria o tratamento num puteiro de qualidade.

mas só não sabia que isso era vísivel até na união soviética.

por certo, essas atividades matutinas me farão ter muito mais animo para uma grande degustação de cerveja ao entardecer!

e faltam 8 horas para a primeira do dia!

Maio 5, 2009

coqueluches e afins

Arquivado em: Uncategorized — Alfinete @ 12:28 am

eu só queria saber o porque de um auê tão gigantesco sobre uma epidemia que contaminou… 1500 pessoas! no mundo inteiro!

tem surto de gripe em são paulo que contamina mais do que isso num…bairro!

Maio 2, 2009

carcajus e lobos, esses dóceis animais.

Arquivado em: Uncategorized — Alfinete @ 1:52 pm

fui ver o filme do wolverine ontem.

o filme é legal e eu acho que marca a minha saída do hall dos fãs inveterados de quadrinhos.

após 30 anos de confusão da marvel sobre a história do seu personagem quase-mais carismático (acho que ele perde pro hômi-aranha), um belo dia a editora resolveu juntar os fragmentos da história e contar o que deveria ter permanecido não-contado. 

sim, eu acho que não deveriam ter dado definições claras à origem de logan.

origens foi uma série legal, até. mas isso só já estaria bom. seria bem mais legal ir contando a história dele, não contando a história dele. usando fragmentos aqui e ali. bem, uma hora o dinheiro falou mais alto. sem problemas quanto a isso, mas não ficou lá essas coisas.

mais interessante é a versão que o filme mostra. achei que ficou mais a cara do nosso amigo logan. deu mais enfase a todos os perrengues que ele passou até chuck carecão o integrar aos x-burger men. gostei bastante!

obviamente pros xiitas dos quadrinhos isso deve ser imperdoável.

e mais óbvio ainda é o meu foda-se a isso.

 

mas o que eu queria falar é que os personagens de quadrinhos que se tornam mais interessantes por sua proximidade a nós são animaizinhos simples, delicados e muitas vezes poucos simpáticos.

wolverine, por exemplo. 

no filme isso não é dito. mas escolheu-se esse codinome para logan por que o wolverine, também conhecido como carcaju, é um animal pequeno, muito agressivo e um tanto avesso ao contato com humanos.

esse amiguinho aqui

carcaju

 

no filme não é dito dessa forma pq hugh jackman tem quase dois metros de altura. mas a personagem dos quadrinhos tem menos de 1,60m. daí, wolverine caber bem.

 

outra personagem muito legal, que é inspirado em um animalzinho delicado é nosso amigo LOBO.

 

El lobo

El lobo

 

lobo é tudo menos delicado. não sei pq tem esse nome.

quer dizer, até sei.

nos quadrinhos, el lobo é a expressão em khúndio para “aquele que devora suas entranhas e depois arrota com prazer”.

mas lobos são pequenos, delicados e dóceis animais que deram inspiração a coisas mais afins a sua imagem como o grande, o inigualável, o sensacional G’NORT:

 

g'nort esplanade gneesmacher

g'nort esplanade gneesmacher

lobo, apesar de ser praticamente representação de uma persongaem diferenciada por suas qualidades intrínsecas como a violência extrema, a agressividade gratuita, o humor exacerbado, a tosquice, a glutonice e a bebedeira incontrolável é inspirado num aminal meigo e carinhoso como um lobo das pradarias.

 

aí eu me perguntei:

pq diabos as editoras de quadrinhos não fazem uma personagem legal inspirado num animal de verdadeiras qualidades, força insuperável, sabedoria quase divina e sagacidade extrema?

 

eu llhe respondo: pq o super-homem já morreu uma vez; thor passa mais tempo como humano do que como deus; o hulk só é hulk quando nervoso; o surfista prateado se preocupa mais com filosofia e melancolia do que com qualquer outra coisa e, principalmente, eles não podem derrotar seus oponentes logo no começo da luta.

então, amigão…

 

o grande rei dos animais

o grande rei dos animais

continuemos no imaginário bruxistíco assolando o sono dos incautos!

Abril 29, 2009

Arquivado em: Uncategorized — Alfinete @ 7:45 pm

ultimamente, eu ando percebido que tenho tido alguns problemas pra me fazer compreender por grande parte das pessoas do meu círculo intimo.

então, estava conversando com a gloriosa penélope e ela me disse:

“você se espanta? as pessoas apenas esperam que terminemos de falar para que elas comecem. quando, nas rarrissímas vezes em que deixam as palavras entrarem pelos ouvidos, não fazem esforço algum pra entender  o que está sendo dito”.

tive que dar o braço a torcer.

observem esse singelo post de uma pessoa declaradamente sarcástica, irônica e que não se importa em ser rude. atentem aos comentários da plebe ignara.

até então eu achava que o problema era só meu.

como penélope é uma pessoa de minha estirpe, entendi que o problema era nosso. mas além do problema com pedro nunes, vi tantos outros do mesmo estilo, com outras pessoas, que entendi que o problema não é meu.

é de vocês!

bah!

eu estava achando que iria precisar começar a usar um sinal qualquer quando fosse irônico, sarcástico ou estivesse exagerando deliberadamente para que as pessoas me entendessem.

achei sinceramente que eu poderia exagerar nas minhas colocações, que seu sentido grotesco não ficara claro.

nisso, pensava eu que o problema da dificuldade que ando encontrando em me comunicar com vcs, reles seres humanos, era toda e tão somente minha. eu que não sabia me expressar a contento.

estava pensando em tentar ser uma espécie de jesus alfinho e semear a paz. arranjar um trabalho voluntário e, ao invés de beber cerveja, estudar história e ir atrás dessa coisa maravilhosa de meudeus chamada mulher, eu deveria ocupar o meu tempo apenas em coisas como ser florista, torcer para o são paulo ou alguma outra ocupação que aplacasse meu lado ogro, raivoso e tosco.

apenas para dar a vocês, idiotas, a chance de conviverem com uma pessoa de inteligência declarada e assumida.

 

mas desisti completamente. não vale a pena. além de não ter sentido algum, vcs não merecem. não vale a pena tentar conviver com quem não quer.

a penélope tem razão.

o máximo que eu vou fazer a partir de agora é falar “ligue isso que você chama de cérebro pra falar comigo, animal”.

nada mais para este mundo. 

vamos tacar fogo em tudo e começar de novo!

Abril 22, 2009

das paixões e do homem

Arquivado em: Uncategorized — Alfinete @ 12:22 pm

esses dias eu andei vendo documentários importantissímos sobre maravilhas da humanidade.

no primeiro que eu vi, num sábado modorrento no trabalho, “heavy metal : a headbangers journey” o autor faz um documetário sobre a história e a atual vida do estilo de música com os fãs mais apaixonados.

ele começa falando de sua paixão pelo iron maiden que o levou a entrar de cabeça no mundo do metal.

num dado momento, entrevista um dos ícones “cults” do heavy metal, rob zombie. rob diz uma frase que define muito bem a paixão.

“ninguem deixa de ser metaleiro. ou vc é ou nunca foi. niguem diz que gostou de slayer num verão. normalmente os fãs tatuam o slayer no peito”.

é assim que o apito toca. 

normalmente, os fãs começam invariavelmente por iron maiden ou metallica.

e é fácil descobrir se um dia eles podem deixar o metal de lado e se tornarem parte do que “nunca foi”. 

qual o album preferido desses dois? fear of the dark e black album?

sorry! vc tem grandes chances de um dia vender seus cds e virar um grande fã de zé ramalho.

no caso do metallica, é fácil de observar o porque. black album é o album comercial “per excellence” do metal. 

no caso do iron, é impossivel aplicar esse mesmo ponto. não existem albuns comerciais da donzela.

mas talvez fear of the dark seja o pior dos grandes albuns do iron. daqueles que ecoaram pelo mundo, mesmo sem ser tocado em rádio, fear of the dark é o album que marca um ponto importante na história da banda, que ilustra bem como as coisas morrem pra renascer depois. é um album mediano, em se tratando de iron maiden. o que já mostra enormidade da banda.

outro documentário importante foi flight 666, sobre “a somewhere back in time tour”.

dada a logística e idéia da empreitada, é com certeza uma das maiores turnês da história. o filme mostra isso e mostra um pouco daquilo que pouco é revelado: a vida do maiden a partir de seus integrantes.

num momento do filme, é filmada uma entrevista do bruce com um jornalista de uma grande rádio americana.

o cara pergunta ao bruce se aquela turnê foi pra relembrar os bons e velhos momentos.

irritado, bruce responde que não. a turnê é pra aqueles que nunca viram, possam ver músicas que o iron não toca a 25 anos.  isso é intercalado com comentários de que a platéia do iron é mais ou menos a mesma.

isso me mostrou no filme algo imporntante. metaleiros, sãojovens que crescem com algo de diferente. que não aceitam tudo o que lhes é dado. que a música nesse ponto cumpre seu papel. encontrar o mundo através de si mesmo.

é outra coisa que ilustra bem a paixão. 

 

e o terceiro foi fiel, o filme.

aqui só cabe uma passagem, inspirada em o que rob zombie disse.

“corinthians: ou vc é ou nunca foi. ninguem gosta do corinthians pq o corinthians ganhou algo. mas pq o corinthians nunca para de lutar”

corinthianos e metaleiros são assim. eles encontram o mundo através de si mesmos. de suas paixões.

de sempre lutar. de mesmo perdendo, nunca desistem.

se o futebol é uma metáfora que ilustra o mundo, isso mostra como e porque certas coisas morrem e outras permancem.

pq elas nunca sucumbirão a modinhas ou grandes derrotas.

Março 15, 2009

quando eu crescer…

Arquivado em: Uncategorized — Alfinete @ 12:19 am

falando em agrura, eu fico imaginando que quando o lulinha crescer ele vai querer ser o escudero!

aliás, o dagoberto não dorme, nem joga (jogou algum dia?) até hoje por causa do escudero.

escudero, o novo rincón.

russo e suas agruras (?)

Arquivado em: Uncategorized — Alfinete @ 12:00 am

estava eu na primeira aula de russo, e natasha, a professora, pergunta:

- vc aprendeu o alfabeto de forma. tem que aprender o cursivo também. muito do que vc vai procurar na rússia vai estar escrito em letra cursiva.

alf, o eteimoso reponde:

-bah, não escrevo em cursiva nem em português! olha minha letra! é de forma! vai, me ensina a pedir cerveja..

e assim foi.

aprendi a pedir cerveja e várias coisas importantes para a pesquisa e pra pegar mulher também.

até me matricular numa disciplina conhecida como russo III na faculdade de letras. (faculdade de letras que também é conhecida como ilha de skol). faltei na primeira semana e meia por causa daqueles entraves profissionais conhecidos como FAMILIA. cheguei na aula nessa quinta e após falar com a professora, descobri que eu ia ter que aprender 4 casos gramáticais pra chegar onde a turma está (em duas semanas). então, joguei um veco e consegui obter a aprovação da professora para que eu assistisse aula (nunca imaginei que ia precisar fazer um treco desses na usp). por fim, escolhi um lugar vazio (que foi bem dificil, aliás) e comecei a assistir a aula.

como diria o profeta:

- se fudeu, satan!

a professora, os alunos e até mesmo o giz escreviam em letras cursivas. então, percebendo que eu teria que correr atrás, saí da aula e fui pegar uma cerveja comecei a escrever na letra em que eu sabia escrever, ouvindo o que a professora falava.

e…

chupa! errei só duas palavras!

hua!

ps: mas aprendi hoje a escrever em cursiva. é legal!

ps2: os outros casos gramáticais? bah, i don’t give a shit. deve ser mais fácil do que querer bater em médico.

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